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Recorrentes

Na appGeral → Recorrentes

Recorrentes são os movimentos que se repetem: o salário, a renda ou a prestação, as subscrições, o ginásio, o seguro. São elas que dão vida à previsão de saldo — sem recorrentes, a linha é quase reta.

A boa notícia é que raramente as escreves. O finko procura-as no teu histórico e propõe-tas.

Depois de trazeres movimentos, aparece no topo da página quantas recorrências foram detetadas e ainda não têm regra.

  1. Abre Geral → Recorrentes.

  2. Clica na faixa das recorrências detetadas.

  3. Vê cada sugestão: nome, frequência, dia estimado, montante médio e quantas vezes o padrão apareceu.

  4. Escolhe uma categoria, se quiseres, e clica em Criar Regra — ou Criar Todas para aceitares o lote.

  5. O que não fizer sentido, Dispensar sugestão.

Uma recorrente tem um papel à parte. Ao marcares qual das entradas é o teu salário, o histórico e a previsão passam a abrir no teu ciclo: se recebes a 24, o mês começa a 24.

  1. No guia dos primeiros passos, escolhe Marca o teu salário.

  2. Escolhe qual das entradas recorrentes é o salário.

  1. Em Geral → Recorrentes, clica em Novo Pagamento Recorrente.

  2. Dá-lhe um nome e escolhe a conta.

  3. Em Padrão de Descrição, escreve o texto que aparece no extrato — é o que permite ao finko associar os movimentos reais a esta regra.

  4. Escolhe o tipo (Despesa, Receita, Transferência ou Ajuste) e o valor padrão. Deixa o valor vazio se for variável.

  5. Define a frequência — diária, semanal, mensal, trimestral ou anual — e o intervalo, para casos como bimestral.

  6. Indica o dia do mês ou o dia da semana, e o tratamento de fins de semana: não ajustar, próximo dia útil, ou dia útil anterior.

  7. Define a data de início e, se souberes, a de fim ou o número máximo de ocorrências.

  8. Clica em Criar Pagamento Recorrente.

  1. Em Geral → Recorrentes, abre a regra.

  2. Clica em Desativar para a tirar da previsão sem perder o histórico — fica no separador Inativas.

Apagar remove a regra de vez, e não se desfaz.

Clicar numa regra abre a página dela: total acumulado, número de ocorrências, valor médio, comparação com o valor típico, as próximas ocorrências previstas e o gráfico dos últimos 12 meses.

Se a regra estiver ligada a um crédito, vês também o capital em dívida — cada pagamento amortiza-o.

Como as sugestões aparecem. Para propor uma regra, o finko precisa de ver o mesmo padrão pelo menos duas vezes, com montantes consistentes (variação abaixo de 15 %) e intervalos regulares — semanal, mensal, trimestral ou anual. Antes de sugerir, verifica se já existe uma regra parecida, para não te propor duplicados.

Como os movimentos reais são associados. Quando entram movimentos novos, cada um é comparado com as regras ativas: primeiro pela descrição — igual, contida, ou por palavras-chave em comum — e depois pelo montante, com 15 % de tolerância. O que encaixa sem surpresas é associado sozinho e recebe a categoria da regra.

Quando o valor ou a data mudam. Se o movimento encaixa mas o valor difere, ou a data se afasta mais de três dias do esperado, o finko não decide por ti: mostra-te a variação e pergunta. Podes atualizar a data, atualizar o montante, atualizar ambos, ou ignorar — que associa o movimento sem mexer na regra.

É este passo que trata dos casos reais: a prestação da casa que subiu de 700 € para 816,88 €, ou a Netflix que passou a ser cobrada no dia 5 em vez do dia 2.

Porque é que movimentos antigos não colam a regras novas. Uma regra só aceita movimentos a partir de sete dias antes da próxima data esperada. Sem isso, importar um ano de histórico ligava transações de janeiro a uma regra criada ontem.